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Em despedida, Gabigol "joga no ventilador" briga com Tite e faz acusação contra ex-técnico; veja vídeo

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O atacante Gabigol anunciou sua saída do Flamengo logo após o título da Copa do Brasil neste domingo (10)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / SporTV
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 11/11/2024, às 06h24



Para quem ainda tinha dúvida sobre a má relação entre Gabigol e Tite, dentro do Flamengo, o atacante fez questão de "jogar tudo no ventilador" neste domingo (10). Ao anunciar sua saída do clube, logo depois de conquistar o título da Copa do Brasil, em cima do Atlético-MG, o jogador expôs a briga com o treinador.

Em entrevista, o atleta afirmou que o ex-técnico não lhe respeitava e que sempre optou por não externar os problemas de dentro do clube. "Foi um ano conturbado para mim individualmente, (houve a) questão do doping, depois um treinador que não me respeitava como jogador. Durante esses momentos, nunca tentei externar isso de alguma forma, mas foi período horrível para mim. Mas sempre trabalhei, sempre busquei melhorar. Sempre tentei mostrar para ele que eu poderia ajudar de alguma forma", declarou.

Gabigol ainda elogiou o treinador e amigo Filipe Luís, que teria reconhecido seu esforço e colocado-o novamente no time. "Quando o Filipe chegou, ele sabia que eu estava treinando, sabia que eu estava trabalhando. Creio eu que esses dois gols (na partida de ida) foi fruto do trabalho que fiz ano passado e no começo do ano. Muito feliz, mais um título, mais uma marca histórica", afirmou.

Por fim, o atacante criticou a diretoria por não demonstrar interesse em sua renovação, mesmo diante a história construída através de títulos, se igualando a nomes como Zico e Junior. "(Estou) muito emocionado, tenho carinho pelo Flamengo. Agora é aproveitar bastante esses jogos que faltam e poder me despedir bem da torcida. Não fico no Flamengo, nesses últimos anos houve negociações, o presidente, a diretoria, apertou minha mão, do meu pai, da minh mãe, e depois aconteceram coisas que eu realmente não gostei. Sempre soube das coisas pelo podcast (Nota da redação: refere-se a entrevistas de dirigentes em podcasts), nunca pessoalmente. Falei com Marcos Braz para ficar por dois, três anos, mas nunca houve uma proposta do Flamengo".

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