Esporte
A empresa NOFAKE, que representava o Esporte Clube Vitória em casos de pirataria se manifestou após ter seus sócios presos e sua atividade suspensa pela Justiça. O caso aconteceu na tarde da última segunda-feira (30) pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Os agentes estavam cumprido mandados de prisão preventiva expedidos pela operação 'Verita Visus'.
De acordo com a empresa, essa decisão judicial é precipitada. "A NOFAKE, empresa reconhecida nacionalmente por sua expertise no combate à pirataria, vêm a público lamentar a suspensão precipitada de suas atividades, determinada por uma decisão judicial que desconsidera o modelo de negócio da empresa e ignora as licenças oficiais concedidas por todos os seus clientes que a credenciam para o exercício legitimo de combate aos ilícitos desta natureza", inicia a empresa.
Ainda segundo a empresa, a prisão dos sócios foi baseada em questões frágeis e "beneficiam a contrafação". Além disso, a NOFAKE afirma que a divulgação dessas informações podem prejudicar não só à empresa como seus clientes.
A ordem de prisão preventiva, fundamentada em provas frágeis e produzidas por aqueles que se beneficiam da contrafação, demonstra um completo desrespeito ao devido processo legal e aos principios da ampla defesa e do contraditório. A NOFAKE está tomando todas as medidas judiciais cabíveis para reverter essa decisão injusta e garantir a retomada de suas atividades. A exploração midiática das prisões e do processo criminal, com a divulgação de informações sensacionalistas e parciais, representa uma grave ameaça às empresas e aos individuos. Essa prática, além de gerar um linchamento público, pode levar à falência de empresas sólidas, ao desemprego de milhares de trabalhadores e à ruína de famílias", destaca a nota.
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RELEMBRE
Essa decisão judicial contra a NOFAKE ocorre depois de muitas denúncias contra a forma de atuação da empresa. Uma delas, inclusive, foi a artesã que foi envolvida em uma polêmica junto ao Esporte Clube Vitória.
Depois desse caso, outros relatos foram vistos circulando nas redes sociais, o que levou o Leão da Barra a se manifestar e tomar uma atitude. A gestão do Rubro-Negro contatou a artesã e a alinhou um acordo de licenciamento com o Colossal.
Diante de todo esse cenário, e antes desse acordo, várias personalidades se manifestaram. Nacionalmente, o influenciador Felipe Neto detonou a gestão do Leão. O cantor Compadre Washington foi além. O artista entrou em contato com o presidente do Leão, Fábio Mota para reclamar da atitude do clube baiano.
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