Esporte
O empresário André Cury acusa o Corinthians de fraude processual nos tribunais de Justiça de São Paulo. Segundo ele, o clube conseguiu a liberação de R$ 61 milhões por meio de manobras que lhe trouxeram uma blindagem jurídica para fraudar credores.
As informações foram reveladas, nesta quarta-feira (5), pelo portal Uol.
Em petição enviada na segunda-feira (3), o agente de jogadores reforçou a acusação de que o Corinthians vem utilizando indevidamente o Poder Judiciário para servir de instrumento para execução de fraudes. "É o que está ocorrendo debaixo deste juízo", disse sua defesa, feita pela advogada Adriana Cury.
De acordo com o Uol, Cury acusou o Corinthians de ter promovido o levantamento de mais de R$ 61 milhões, por meio de desbloqueios ocorridos em penhoras sofridas em nome do clube. Os créditos foram liberados após a Caixa ingressar nas ações afirmando que os créditos são seus, cedidos por cessões fiduciária de direitos.
Após a liberação de R$ 49 milhões a uma conta da estatal, segundo o empresário, o Alvinegro paulista efetuou o pagamento dos salários de elenco, comissão técnica e funcionários, que estavam atrasados. O fato fez o agente novamente alertar para indícios de fraude.
Acusando o Corinthians de cometer "engenharia fraudulenta", Cury solicitou que o tribunal quebre o sigilo dessas contas bancárias, a fim de constatar documentalmente o destino do dinheiro levantado judicialmente.
Através de duas de suas empresas, André Cury teve dívida reconhecida pelo Corinthians em R$ 28,8 milhões.
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