Esporte
O advogado Gamil Föppel, ex-diretor jurídico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ingressou com uma ação de execução na Justiça do Rio de Janeiro cobrando cerca de R$ 728 mil da entidade. As informações são da coluna de Lauro Jardim, do Jornal O Globo.
Segundo o processo, o valor corresponde a parcelas relacionadas ao período de aviso prévio e à compensação pela rescisão antecipada do contrato com o escritório do advogado baiano, com acréscimo de correção monetária, juros e multa de 10%.
De acordo com a ação, o montante inicialmente exigido era de R$ 592 mil, que deveria ter sido pago em parcela única no prazo de 10 dias corridos, o que não teria ocorrido. A CBF informou que não comenta ações judiciais em andamento.
A rescisão contratual foi comunicada em 9 de julho do ano passado, com aplicação de aviso prévio de 30 dias. Föppel afirma que o contrato previa uma cláusula compensatória em caso de rompimento, equivalente à metade dos valores mensais restantes até março de 2026, a serem pagos de uma só vez.
Caso não haja pagamento voluntário, o escritório pede que a Justiça determine bloqueio de valores e pesquisa patrimonial eletrônica, com possibilidade de penhora.
Perseguição
Na petição, o advogado também acusa a atual gestão da CBF, presidida por Samir Xaud, de perseguir prestadores de serviços de origem baiana, assim como o ex-presidente Ednaldo Rodrigues. O documento afirma que “a esmagadora maioria dos prestadores de serviços detentores do prefixo telefônico 71 (Bahia) foram desligados”.
Em resposta, a entidade negou “qualquer insinuação de perseguição ou discriminação por razão de origem” e declarou que “em toda troca de gestão, é natural que haja algum nível de renovação no quadro de colaboradores”, acrescentando que houve “desligamentos pontuais envolvendo profissionais de diferentes Estados do Brasil, e não apenas pessoas com DDD 71”.
Classificação Indicativa: Livre
Lançamento com desconto
cinema em casa
som poderoso
Imperdível
Smartwatch barato