Esporte
por Bruna Rocha
Publicado em 19/12/2025, às 11h33
O ex-jogador Daniel Alves pode perder bens após o fundo de investimentos GAD, especializado em direitos creditórios, pedir à Justiça de São Paulo o arresto — ou seja, a apreensão e o bloqueio de imóveis em nome do atleta.
Ver essa foto no Instagram
Em 2022, o fundo pagou R$ 11,5 milhões à vista a Daniel Alves. Em troca, passou a ter o direito de receber todos os valores futuros que o ex-jogador teria a receber do acordo de rescisão com o São Paulo, que totalizava R$ 19,8 milhões.
Segundo o GAD, Daniel Alves não repassou corretamente os valores previstos no contrato. Por isso, o fundo cobra atualmente R$ 7,7 milhões, quantia correspondente ao saldo restante do acordo.
Na prática, a operação previa que o fundo antecipasse um valor menor, à vista, para receber um montante maior ao longo do tempo, com prazo até janeiro de 2027. No entanto, conforme o GAD, os pagamentos teriam sido interrompidos em 2023, após a prisão do ex-jogador na Espanha.
O fundo tentou receber os valores diretamente do São Paulo, mas não obteve êxito devido à existência de outras disputas judiciais envolvendo o acordo. Parte das parcelas foi bloqueada pela Justiça para o pagamento de pensão alimentícia aos filhos de Daniel Alves, em ação movida por sua ex-mulher, Dinorah Santana.
Apesar do pedido de arresto, Daniel Alves possui ao menos três imóveis no Brasil, todos regularizados e, até o momento, sem bloqueios judiciais. A defesa do ex-jogador ainda não foi oficialmente notificada sobre o processo.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Imperdível
Smartwatch barato
Limpeza inteligente
copa chegando