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Jogador de clube brasileiro é liberado da prisão após caso de injúria racial; saiba mais

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O meia Miguelito, do América-MG, foi acusado de cometer injúria racial na partida diante do Operário  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Instagram, @miguel.terceros / Purepeople
Luiz Guilherme

por Luiz Guilherme

luiz.guilherme@bnews.com.br

Publicado em 05/05/2025, às 19h44



Após ser acusado de injúria racial contra o atacante Allano, do Operário, o meia Miguelito, do América-MG foi liberado nesta segunda-feira (5), da prisão em Ponta Grossa. Agora, o boliviano responderá em liberdade.

O caso aconteceu durante o confronto entre Operário x América-MG, pela sexta rodada da Série B do Brasileirão e foi testemunhado pelo volante Jacy, da equipe paranaense.

De acordo com o Código Penal do Brasil, a pena máxima prevista em casos de racismo e/ou injúria racial é de cinco anos de reclusão.

Emprestado ao América-MG pelo Santos, o jogador não passou por audiência de custódia após o pedido da defesa acatado pelo juiz Thiago Bertoul de Oliveira. A decisão indica que "mesmo os indícios apontando para a provável prática do delito (...) não encontro impedimentos para que possa o flagranteado responder pelo delito em liberdade".

Ainda segundo o documento, a liberdade provisória foi deferida pois não há "evidências concretas de que a ordem pública possa ser abalada com libertação do detido, nem de que este possa vir a se furtar da aplicação da lei penal".

No entanto, o Ministério Público ainda pode denunciar o atleta configurando ação penal. Além disso, a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) também pode apresentar denúncia na esfera desportiva.

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