Esporte
por José Gabriel
Publicado em 19/02/2026, às 11h02
Um grupo de ex-jogadores planejam discutir, em um painel da FIFA, uma alternativa para facilitar a apuração de casos de discriminação em campo — como a denúncia de racismo feita por Vini Jr. contra o atacante argentino Gianluca Prestianni, na partida da última terça-feira (17) entre Benfica e Real Madrid, pela Liga dos Campeões.
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Liderados pelo inglês Mikael Silvestre, os ex-atletas pretendem sugerir que jogadores que cubram a boca para insultar adversários sejam punidos disciplinarmente.
A proposta ganhou força após o gesto de Prestianni no momento em que teria chamado Vini Jr. de “mono” (macaco em espanhol). Em seguida, o craque brasileiro se dirigiu ao árbitro francês Francois Letexier e relatou o ocorrido. O protocolo antirracismo foi acionado, e a partida ficou paralisada por 11 minutos.
Estamos buscando formas de sancionar jogadores que tapem a boca. Uma coisa é falar algo tático com companheiros ou ter uma discussão casual, mas este caso foi claro: houve ódio de um jogador contra outro. Possivelmente, vamos precisar punir esse tipo de conduta”, afirmou Silvestre em entrevista à Sky Sports, na Inglaterra.
Prestianni nega acusação
Em publicação nas redes sociais, Gianluca Prestianni negou qualquer atitude racista e alegou que houve um mal-entendido.
Quero esclarecer que em nenhum momento dirigi insultos racistas contra o jogador Vinicius Junior, que, infelizmente, interpretou mal o que pensou ter ouvido. Nunca fui racista com ninguém e lamento as ameaças que recebi de jogadores do Real Madrid”, escreveu.
Além de rebater a acusação, o argentino afirmou ter sido alvo de ameaças após o episódio.
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