Esporte

Julgamento do caso Bruno Henrique é adiado após pedido de auditor

Alexandre Vidal/Flamengo
Bruno Henrique, jogador do Flamengo, esteve presente no julgamento do caso no STJD que aconteceu nesta segunda-feira (10)  |   Bnews - Divulgação Alexandre Vidal/Flamengo
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 10/11/2025, às 18h01



O julgamento de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, foi adiado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), na tarde desta segunda-feira (10), após o pedido de vista do auditor Marco Aurélio Choy, alegando complexidade do caso e audiência será retomada na próxima quinta-feira (13).

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No momento da interrupção, Bruno Henrique já tinha recebido um voto favorável, concedido pelo relator, Sérgio Furtado Coelho. De acordo com o portal Uol, o auditor Choy pediu vista do caso por entender que o caso é complexo.

“Eu vou pedir vista, considerando a complexidade da questão”, disse Choy.

O voto de Coelho tinha sido por aplicar uma multa de R$ 100 mil, com base no artigo 191 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O item diz respeito sobre os descumprimentos a itens do regulamento da competição, mas não é usado para cravar que alguém cometeu manipulação de partida ou resultado.

“O acervo probatório não demonstra de maneira inequívoca que Bruno Henrique tem atuado com a finalidade específica de manipular o resultado da partida. Tais relatórios apontam concentração suspeita de apostas, mas não demonstram de forma direta que o denunciado tenha orientado sua atuação em campo com finalidade manipulatória. Os diálogos apreendidos entre o atleta e seu irmão, o quanto infelizes e imprudentes, evidenciam proximidade indevida com o ambiente de apostas, mas não são suficientes para o irmão com o grau de certeza requerido. Que o cartão tenha sido provocado sob ajuste prévio", disse o relator.

Quando o relator apontou que Bruno Henrique tinha sido julgado por causa de conversas com o seu irmão, Wander Nunes Junior, sobre o cartão amarelo recebido pelo Brasileirão de 2023, alegou que a situação foi “apenas” um desrespeito ao regulamento.

O caso será retomado na próxima quinta-feira (13), às 15 horas, em sessão única. O placar está 1 a 0 a favor do atacante. Ainda faltam votos de oito auditores.

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