Esporte

Lula critica geração de jogadores brasileiros ao comentar contratação de Ancelotti na Seleção: "Safra frágil"

Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @futebol_info
O presidente Lula elogia Ancelotti, mas ressalta a qualidade de técnicos brasileiros para a Seleção  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @futebol_info
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 13/05/2025, às 17h04



A chegada do técnico italiano Carlo Ancelotti ao comando da Seleção Brasileira continua repercutindo no mundo do futebol - e também na política. Em viagem oficial à China, nesta terça-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), torcedor declarado e apaixonado pelo esporte, comentou a escolha feita pela CBF.

Lula elogiou a trajetória vitoriosa de Ancelotti, tanto como jogador quanto como treinador, mas ponderou que o Brasil também possui profissionais capacitados para assumir a Seleção. Sem citar nomes, o presidente afirmou que não é contra a contratação de um estrangeiro, mas ressaltou que há treinadores brasileiros à altura do desafio.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

“Não tenho nada contra técnicos estrangeiros. Temos muitos brasileiros atuando fora do país, tanto jogadores quanto treinadores. Mas também temos bons técnicos no Brasil que poderiam comandar a Seleção. Talvez nosso maior problema seja estrutural e organizacional”, disse Lula ,em entrevista ao jornal O Globo.

O presidente também destacou que o futebol brasileiro atravessa um período de “entressafra” de grandes craques e que o elenco atual não pode ser comparado às seleções de outros tempos - como as de 2002 e 2006, que contavam com nomes como Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e Kaká, pois a nova geração de jogadores é “mais frágil” que as passadas.

“O problema do Brasil: estamos numa entressafra de jogadores que não é igual à que já tivemos. Se você comparar com 58, com 62, com 70, com 76, com 82, com 86, com 2002, com 2006, essa safra é mais frágil do que aquelas, do ponto de vista técnico. É só lembrar do nosso ataque em 2002 e 2006 para ver que estamos longe daquilo”, afirmou o petista a jornalistas ao deixar o evento.

🎥 Assista ao Arena BNews:

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)