Esporte

Paquetá chora em culto ao afirmar que teve “depressão” no período de acusações por manipulações esportivas: “Muito grave”

Reprodução / ESPN
Durante culto, Paquetá relembra momentos difíceis após investigação por manipulação de cartões amarelos no futebol inglês  |   Bnews - Divulgação Reprodução / ESPN
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 18/05/2026, às 14h00



O meia Lucas Paquetá, do Flamengo, se emocionou em culto na Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, ao relembrar o período em que foi investigado por suposta manipulação de cartões amarelos no Campeonato Inglês, quando atuava pelo West Ham.

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Durante o testemunho, o jogador afirmou que viveu meses de sofrimento emocional ao lado da esposa após receber a notícia da investigação, justamente quando estava perto de acertar transferência para o Manchester City.

O meio-campista contou que atravessava grande fase no time de Londres após a Copa do Mundo de 2022 e revelou que a negociação com os Cityzens estava praticamente concluída.

Segundo Paquetá, a atleta e a esposa chegaram a comemorar o acordo em um jantar, mas tudo mudou poucos dias depois, quando recebeu uma carta da Federação Inglesa de Futebol comunicando a abertura da investigação.

Recebi uma proposta do Manchester City, que era o clube do meus sonhos. Estive muito próximo de me transferir. Eu lembro que a gente (ele e a esposa) saiu para jantar, para comemorar, porque estava praticamente tudo certo”, afirmou o jogador.

Paquetá ainda relatou que pediu ajuda a um amigo para interpretar o conteúdo da carta e recebeu uma resposta preocupante: “É muito grave. Esquece o Manchester City porque isso acabou”, teria ouvido o meia. 

A partir daquele momento, segundo o atleta, começou um período de intenso sofrimento emocional: “Foi um momento muito duro para mim e para minha esposa. Mexia com o meu sonho, com o meu caráter, com a minha dignidade”, disse.

O flamenguista afirmou ainda que o casal buscou apoio espiritual para enfrentar a situação e revelou que ambos chegaram a enfrentar um quadro semelhante à depressão.

Foram os piores três meses das nossas vidas. Acredito que a gente estava em depressão. Não conseguíamos olhar para os nossos filhos e sorrir. A gente só sabia chorar”, declarou.

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