Esporte
O ex-zagueiro Rodrigo Caio, do Flamengo, abriu o jogo e falou pela primeira vez sobre sua saída conturbada do clube carioca que aconteceu nas últimas semanas junto com a demissão do técnico Filipe Luís.
Rodrigo Caio ocupava o cargo de auxiliar da comissão técnica do treinador rubro-negro. Entretanto, quando foi anunciado para exercer a função, ele estava descrito como membro da comissão técnica permanente.
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Em entrevista ao podcast 10 & Faixa, do ex-jogador Diego Ribas, com quem atuou lado a lado no Flamengo, o ex-defensor revelou detalhes dos bastidores. "Eu cheguei com o Filipe. Ele me liga junto com o Flamengo para aceitar, fazer uma análise e ver que eu podia ajudar. Eu tive duas conversas”, iniciou.
"Com o Filipe eu disse: ‘você é um amigo, um irmão, independentemente da nossa amizade, se eu não estiver entregando, seja sempre direto. Vou sair e a amizade continua . E falei a mesma coisa para o Boto: ‘a partir do momento que eu fizer alguma coisa que não esteja agradando ou no nível do Flamengo, quero que olhe no meu olho e me fale. Se eu tiver que sair, eu saio em paz’”, complementou.
“Eu falei para o Filipe: ‘estou indo por você e também pelo Flamengo, que é um clube que eu amo. Mas, você me ligou, pediu minha ajuda com a bola parada. A partir do momento que você sair, eu saio junto". Isso sempre foi algo muito claro. A gente vive em um mundo em que a palavra não vale muito para muitas pessoas. Me deixa triste. O contrato vale, o papel assinado vale, mas a palavra não", completou.
Ao falar sobre seu papo com o presidente do Flamengo no momendo de sua saída, ele revelou: "Eu agradeci, porque é uma honra muito grande, mas expliquei que a palavra é uma só".
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