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Publicado em 20/08/2024, às 10h50 Redação
Mais de um milhão de litros de azeite de oliva clandestino foi apreendido, neste ano, até 31 de julho. O número representa um aumento para Receita Federal, já que em todo ano de 2023 foi registrado a apreensão de 1,3 milhão de litros. O órgão de fiscalização explica que o principal motivo é a escassez do produto e o aumento de preço decorrente dessa falta no mercado internacional, desde 2022 o preço vem subindo.
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Em nota, a Receita afirmou que os “criminosos tentam suprir a demanda introduzindo irregularmente o produto no país, além de não realizarem os trâmites normais de importação, visando sonegar impostos, também trazem produtos que muitas vezes não se encaixam na categoria de azeites estabelecida pela Anvisa, lesando o consumidor”, acrescenta a publicação.
O Paraná está no topo quanto às apreensões, com 826 mil litros neste ano. Em segundo lugar, São Paulo, com 117 mil litros. Já em terceiro Mato Grosso do Sul, com 53 mil litros.
Na última semana, a Receita flagrou em Londrina (PR) depósito clandestino onde havia 192 galões de azeite, a princípio de origem argentina. A quantidade apreendida chegou a 1.910 litros, em mercadoria avaliada em R$ 200 mil. A Receita alerta ainda que alimentos sem o devido controle podem prejudicar a saúde dos consumidores.
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária adverte que os azeites fraudados podem ter na composição óleos não comestíveis e impróprios para o consumo humano, como: o azeite lampante, que oferece um grande risco para a saúde do consumidor.
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