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Dormir mal vira rotina para 70% dos jovens; saiba o que pode estar prejudicando

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Dormir pouco tem se tornado uma realidade cada vez mais comum entre os mais jovens  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Freepik
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 11/03/2026, às 10h19



Dormir pouco tem se tornado uma realidade cada vez mais comum entre os mais jovens. Um estudo publicado na revista científica JAMA aponta que 76,8% dos adolescentes dormem sete horas ou menos por noite, tempo considerado insuficiente para essa faixa etária. A pesquisa analisou dados de mais de 120 mil adolescentes dos Estados Unidos, coletados entre 2007 e 2023. 

De acordo com o jornal O Globo, os cientistas avaliaram informações demográficas, como série escolar, sexo e raça, além de 15 fatores ligados à saúde, entre eles uso de redes sociais, episódios de bullying, sintomas de saúde mental e consumo de álcool e cigarro. Dormir sete horas ou menos foi considerado como sono insuficiente e períodos de cinco horas ou menos foram classificados sono muito curto.

O problema aumentou ao longo dos anos. Em 2007, cerca de 68,9% dos estudantes dormiam pouco, número que subiu para 76,8% em 2023. O índice é maior entre jovens com sintomas depressivos ou pensamentos suicidas. O sono é considerado essencial para o funcionamento do organismo e do cérebro. Durante o descanso, o corpo realiza processos como reparação de tecidos, eliminação de toxinas e fortalecimento do sistema imunológico.

Para os adolescentes, a recomendação é dormir entre oito e dez horas por noite, com ciclos completos de descanso, incluindo a fase REM sleep, considerada a etapa mais ativa do sono.

A falta de descanso adequado pode trazer diversos impactos, como:

  • dificuldade de concentração e aprendizagem;
  • alterações de humor, irritabilidade e sintomas de ansiedade ou depressão;
  • maior impulsividade;
  • risco maior de obesidade e distúrbios metabólicos.

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