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Mãe denuncia posto de saúde após filha com tuberculose ser atendida por recepcionista; entenda

Reprodução/TV Globo
A criança, diagnosticada com tuberculose glanular, foi atendida pela recepcionista do posto, enquanto a médica estava em casa  |   Bnews - Divulgação Reprodução/TV Globo
Redação BNews

por Redação BNews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 14/06/2025, às 17h56



A mãe de uma criança diagnosticada com tuberculose glanular denunciou uma unidade de saúde localizada em Queimados, na Baixada Fluminense (RJ), após a filha ser atendida por uma recepcionista, enquanto a médica responsável estava em casa. O caso ocorreu na última quarta-feira (11).

Segundo Jaciane Oliveira Rosa, sua filha faz acompanhamento da doença — que não é transmissível — com a pediatra Maria Manoela de Oliveira. No entanto, naquele dia, foi a recepcionista quem a atendeu. A funcionária teria fotografado a criança e enviado as imagens para a médica, que orientou o atendimento por telefone.

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"Eu falei assim ‘mas por que ela vai atender por telefone? Não era obrigação dela estar no posto hoje atendendo? Porque não tem só a minha filha, tem outras crianças que também são atendidas'", disse a mãe da menina. "Cresceu outros novos caroços. Hoje ela está com 18 caroços. São 18 caroços nessa região. Coisas que ela não tinha, que é essa mancha, esse inchaço que deu, e tudo isso a doutora sem ver ela", desabafou a mãe.

De acordo com informações da TV Globo, a recepcionista afirmou que a médica não faz mais parte da equipe da unidade, pois se aposentou. Ela também negou que realize consultas por meio de celular com a médica. "Não procede essa informação. A gente não tem esse hábito de fazer", disse.

Após a situação, Jaciane procurou a delegacia para realizar uma denúncia. A ocorrência foi registrada como exercício ilegal de medicina.

A Prefeitura de Queimados informou que a médica Maria Manoela está em processo de aposentadoria e que uma nova profissional deve substitui-la nos próximos dias. Alegou ainda que,  para não interromper o tratamento da criança, a médica deu orientações por telefone porque já conhecia o histórico da paciente.

O caso é investigado pela Polícia Civil.

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