Geral
Para quem procura por sexo livre, as pousadas liberais são uma boa pedida. Em crescimento no Brasil, estes estabelecimentos atendem desde casais a solteiros, héteros e o público LGBTQIA+.
Rodrigo Menezes, sócio-fundador da RioZin, hotel liberal localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, explica que as práticas nas pousadas liberais vão além do swing (troca de casais).
“Tem ménage à trois (casal com solteiro), voyeurismo (observar pessoas fazendo sexo) e outras fantasias”, contou o empresário na reportagem publicada pelo G1.
Márcio Pimenta, criador do Villamor — resort liberal vizinho à praia de nudismo de Tambaba, na Paraíba — reforça que o objetivo é oferecer liberdade em um ambiente seguro.
Apesar da liberdade, é preciso obedecer a regras rígidas. No universo liberal, consentimento, limites pessoais e zero julgamento são princípios fundamentais. Quem quebra esse código pode ser convidado a se retirar — ou até ser banido de vez.
“Tem seguranças em vários ambientes e, se necessário, eles vão intervir", afirma o fundador do RioZin.
No geral, as pousadas adotarem regras específicas, mas algumas delas são compartilhadas por todas, tais como:
Valores
Embora não haja proibição, os homens solteiros costumam pagar mais caro nestes ambientes. Na RioZin, por exemplo, os valores para day use (estadia das 12h às 20h) chegam a R$ 400 para homens solteiros. Casais pagam até R$ 180 e mulheres solteiras, R$ 70. A diária de fim de semana parte de R$ 550. Já no Villamor, o day use custa R$ 500 por casal, e a diária gira em torno de R$ 800.
As regras de nudez também variam. No RioZin, ela é opcional nas áreas liberadas. Já no Villamor, existe ambientes nos quais é obrigatório ficar pelado — como na piscina.
No RioZin, os hóspedes também recebem um manual de bons comportamentos. Dois dos conselhos: ao abordar um casal, fale primeiro com a pessoa do mesmo sexo e sempre use o plural ao se dirigir aos dois.
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