Meio Ambiente

Bnews COP30: Brasil vai sediar ‘Oscar da Sustentabilidade’ proposto pelo príncipe da Inglaterra; confira detalhes

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Evento vai ser um esquenta para 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Jornal Nacional
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 25/06/2025, às 07h25 - Atualizado às 09h34



Além da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), o Brasil vai sediar também o Prêmio Earthshot, conhecido como o Oscar da Sustentabilidade, criado pelo príncipe William, da monarquia inglesa, e considerado um dos mais importantes do mundo. O evento vai acontecer no dia 5 de novembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. 

O monarca esteve na Semana da Ação Climática, em Londres, um pré-evento para a Conferência, que reuniu autoridades, empresários e ativistas de todo o mundo. Do Brasil, estiveram prsentes a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP 30, onde participaram de um painel. 

“A ideia foi trazer a perspectiva de diferentes setores da sociedade. As pessoas puderam trazer, do ponto de vista na ética, o que precisa ser feito ou o que precisa parar de ser feito para podermos estar alinhados com 1,5ºC, não ultrapassar 1,5ºC de temperatura da Terra”, disse a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, conforme reportagem do Jornal Nacional.

O prêmio é equivalente a 1 milhão de libras, ou seja, mais de R$ 7,5 milhões, e busca reconhecer soluções inovadoras em âmbito sustentável em categorias como limpeza do ar, oceanos e combate à crise climática. 

“O Brasil vai produzir o melhor e mais incrível Prêmio Earthshot que já tivemos. É por isso que o escolhemos. Então, acho que a vibração, as pessoas, a energia, o país lindo... Não poderia deixar de ser o Brasil. Queremos que o Prêmio Earthshot seja genuinamente brasileiro, para que tenha realmente um sabor brasileiro. E estamos muito animados para ver a energia e o entusiasmo que serão trazidos para o prêmio”, descreveu o príncipe, segundo a reportagem.

Com surgimento em 2021, essa é a primeira vez que o prêmio vai ser sediado no Brasil. “É uma sinergia muito positiva receber esse prêmio, na medida em que o propósito do museu, pelo qual ele foi criado – tratar, debater, projetar futuros possíveis dentro dessa crise climática – coincide com o propósito do próprio prêmio”, disse o diretor presidente do Museu do Amanhã, Ricardo Piquet.

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