Meio Ambiente
por Leonardo Oliveira
Publicado em 09/06/2026, às 22h43
O presidente do Instituto Gaia Soul, Marcelo Telles, destacou o poder educacional como base para ampliar a valorização da cultura oceânica, movimento global focado na educação e conscientização ambiental, durante entrevista para o Junho Verde, nesta terça-feira (9), no estúdio montado pelo Bnews no Shopping da Bahia.
Ele explicou que o instituto nasceu durante a pandemia, em um sítio da família, no Recôncavo Baiano, em uma área de Mata Atlântica de 100 hectares, que hoje também é usada como ativo ambiental por contribuir com a produção de oxigênio e o sequestro de carbono. A partir disso foram desenvolvidos projetos voltados à preservação do meio ambiente e ao engajamento social.
“Um dos projetos mais importantes que a gente vem desenvolvendo é justamente sobre a cultura oceânica. O instituto nasceu com o objetivo de informar, sensibilizar e engajar as pessoas, principalmente na cultura oceânica e na preservação do meio ambiente. Esse objetivo já gerou frutos, que é o desenvolvimento de uma linha completa da cultura oceânica de livros de estudantes desde do primeiro ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio, é uma lacuna que existe na, na educação brasileira ainda, embora seja obrigatória, tá? E a gente utiliza também o, a sede do instituto para fazer imersões de conexão das pessoas com a natureza”, explicou.
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Ao falar sobre a estratégia de diálogo com a população, Marcelo Telles afirmou que os livros e as ações nas escolas são fundamentais para alcançar crianças e jovens, com a educação sendo “a base de tudo”.
“Eu acredito que a base de tudo é a educação. Então, tendo educação de qualidade e já instruindo os estudantes da necessidade de preservação e da importância da cultura oceânica na transdisciplinaridade que é necessário fazer, é a forma que a gente imagina que pode alcançar o maior número de pessoas”.
Ele destacou que o Instituto Gaia Soul também ganhou título de utilidade pública em Cachoeira e mantém iniciativas com cerca de 60 adolescentes por meio de um time de futebol.
“No ano passado, o instituto também ganhou o título de utilidade pública lá na cidade de Cachoeira. A gente desenvolve algumas atividades com os pescadores e marisqueiros. Nós adotamos também um time de futebol de adolescentes, são cerca de 60 adolescentes, onde a gente vê que a prática do esporte também é importante para formação do cidadão. Então, através dos livros e também um trabalho extenso nas redes sociais, é onde a gente tem um alcance muito maior, nós acreditamos que essa palavra vai chegar ao maior número de pessoas possíveis”, destacou.
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