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Caso Epstein: Trump afirma que nunca teve o ‘privilégio’ de ir à ilha de condenado por abuso sexual

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Questionado sobre o envolvimento com Jeffrey Epstein, Donald Trump afirmou que não teve o privilégio e recusou o convite de ir para a ilha  |   Bnews - Divulgação Reprodução / White House
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 28/07/2025, às 14h30



Questionado sobre o envolvimento com Jeffrey Epstein, condenado por abuso e aliciamento de dezenas de menores de idade, o presidente Donald Trump, em entrevista durante reunião com autoridades em Estocolmo, afirmou que não teve o privilégio e recusou o convite de ir para a ilha do magnata. 

“Eu nunca tive o privilégio de ir para a ilha dele, e eu o recusei, mas muitas pessoas em Palm Beach foram convidadas para sua ilha”.

O presidente ainda afirmou que recusou o convite em um dos seus momentos muito bons. “Eu não queria ir para a ilha dele”, ressaltou. Ele ainda afirmou que por anos não falou com Epstein, pois acreditava que Epstein estava roubando seus trabalhadores.

“Eu não falei pois ele fez algo que era inapropriado. Ele contratou ajuda e eu disse ‘nunca mais faça isso’. Ele roubou pessoas que trabalharam para mim. Eu disse para nunca mais fazer isso. Ele fez de novo e eu o expulsei. Persona non grata. Eu o expulsei e foi isso. Estou feliz que eu fiz isso se você quer saber a verdade”, disse aos jornalistas.

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Trump ainda afirmou que ninguém nunca fala sobre outras pessoas grandes que já estiveram lá. “Bill Clinton foi lá, supostamente 28 vezes. Eu nunca fui para a ilha, mas Larry Summers foi lá e ele era o chefe de Harvard. E muitas outras pessoas que são pessoas muito grandes. Ninguém nunca fala sobre isso”, afirmou.

A ilha, localizada em Little St. James, nas Ilhas Virgens dos EUA, estava no centro do julgamento de Ghislaine Maxwell, ex de Epstein chamada para depor sobre caso polêmico envolvendo o presidente americano. O julgamento de tráfico sexual está conectado ao suposto abuso de meninas menores de idade de Epstein.

Epstein foi acusado de construir uma rede criminosa, abusar e explorar sexualmente dezenas de meninas menores de idade no início dos anos 2000. O empresário foi preso pelos crimes em 2019, mas tirou a própria vida dentro da prisão um mês após ser detido. 

Trump há muito tempo nega veementemente visitar a ilha ou estar envolvido no círculo interno de Epstein. No entanto, seu nome ainda surge em conexão. 

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