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China prende 30 pastores e intensifica perseguição a igrejas cristãs

Reprodução / You Tube CGTN
A detenção de líderes da Igreja Zion marca um aumento na repressão religiosa na China  |   Bnews - Divulgação Reprodução / You Tube CGTN
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 14/10/2025, às 08h30 - Atualizado às 08h31



Uma operação nacional do regime comunista da China, iniciada na última quinta-feira (9), prendeu pelo menos 30 pastores e líderes da Igreja Zion, uma das maiores congregações cristãs evangélicas não registradas do país.

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As prisões aconteceram em várias províncias como Pequim, Guangxi, Zhejiang e Shandong. De acordo com informações da agência Reuters, do Wall Street Journal, e da Associated Press, essa é a mais ampla repressão contra igrejas independentes desde 2018.

O fundador da Zion Church, pastor Ezra Jin Mingri, foi preso em sua casa na cidade de Beihai, no sul do país, acusado de “uso ilegal de redes de informação”, crime que pode resultar em até sete anos de prisão.

Segundo o porta-voz Sean Long, também pastor da Zion e atualmente exilado nos Estados Unidos, cerca de 150 fiéis foram interrogados nos últimos dias e pelo menos 20 líderes da igreja continuam detidos. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, condenou a prisão dos religiosos.

Policiais confiscaram computadores, celulares e outros equipamentos eletrônicos usados pela igreja. Fundada em 2007 por Mingri, a Zion Church cresceu rapidamente e reúne atualmente cerca de 5 mil fiéis em 40 cidades chinesas. As informações são da Gazeta do Povo.

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