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Coreia do Sul: Presidente afastado defende lei marcial em carta após prisão

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Yoon Suk Yeol alega que sua decisão de declarar lei marcial foi para proteger a soberania e a ordem no país  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram

Publicado em 15/01/2025, às 09h17 - Atualizado às 09h18   Yuri Pastori



Após ser preso para interrogatório, o presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, publicou uma carta na sua página do Facebook, nesta quarta-feira (15), defendendo a decisão dele de declarar lei marcial, que restringia direitos civis no país, e o levou ao impeachment. As informações são da Folha de São Paulo.

Segundo ele, a medida foi tomada "para proteger a soberania e restaurar a ordem".Ainda de acordo com ele, a atuação dos militares naquele momento "foi limitada e precisa" e não violou princípios constitucionais. 

"Foi uma resposta necessária para garantir que a nossa democracia e o governo funcionassem adequadamente durante este período turbulento", escreveu. 

Yoon foi afastado da presidência pelo Parlamento sul-coreano no dia 14 de dezembro. Ele está suspenso de suas atividades até que a Corte Constitucional valide ou não a medida adotada pelos deputados. Ele foi proibido de deixar o país.

O Quartel-General de Investigação Conjunta da Coreia do Sul emitiu em 31 de dezembro um mandado de prisão contra o presidente Yoon. O ex-presidente é acusado de insurreição, que podem levar à prisão perpétua ou até mesmo à pena de morte.

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