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O governo de Israel acusou o Brasil de possuir uma “profunda falha moral”. A declaração, ocorrida nesta quinta-feira (24), é uma resposta do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a entrada do governo brasileiro na ação feita pela Corte Internacional de Justiça (CIJ), acusando o premiê de genocídio.
“A decisão do Brasil de se juntar à ofensiva jurídica contra Israel na CIJ, ao mesmo tempo que se retira da Aliança Internacional de Memória do Holocausto (IHRA), é uma demonstração de profunda falha moral”, escreveu a chancelaria israelense.
Ainda no comunicado, o departamento Ministério das Relações Exteriores israelense deu a entender que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria um certo viés anti-semita ao “voltar-se contra o estado judeu”. O comunicado disse também que trata-se de uma ação "vergonhosa".
A embaixada do país do Oriente Médio em Brasília, já havia lamentando a decisão do governo brasileiro, o acusando ainda de usar “palavras duras”, que não retrata a realidade da Faixa de Gaza. Em outros momentos da relação entre os países, Israel já havia acusado o governo do presidente Lula de ser a favor do grupo terrorista Hamas.
O presidente brasileiro já havia criticado o conflito, fazendo uma comparação a situação em Faixa de Gaza com o holocausto de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
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