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O relatório preliminar sobre a queda do avião da Air India, que matou 260 pessoas na Índia, expõe que o fornecimento de combustível para os motores da aeronave foi cortado poucos segundos antes da queda. Os detalhes foram divulgados na sexta-feira (11). Segundo a autoridade que investiga o caso, 29 segundos antes do impacto, o sistema que alimenta o combustível dos dois motores foi desativado de dentro da cabine dos pilotos.
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O acidente aéreo com o Boeing 787-8, da Air India, aconteceu no último dia 12 de junho, no início do voo AI-171, de Ahmedabad (Índia) para Londres-Gatwick (Inglaterra). Ao todo, 242 pessoas estavam a bordo. Apenas uma pessoa, um passageiro com nacionalidade indiana e britânica, sobreviveu.
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Dois interruptores, uma para cada motor, que ficam próximos às manetes de potência, foram desativados. O relatório aponta que os dois foram colocados da posição "executar" para "cortado". Os botões ficam no painel do avião e são protegidos por uma trava para evitar o acionamento sem querer, necessitando puxá-lo para trás e levantá-lo antes de mudar de posição.
Na gravação do áudio da cabine, um dos pilotos pergunta ao outro por que ele havia cortado o combustível. O outro piloto respondeu que não cortou. O relatório não cita expressamente, mas levanta a possibilidade de um dos pilotos ter desligado propositalmente o fornecimento de combustível.
De acordo com a investigação, a ordem dos acontecimentos se deu da seguinte forma:
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