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“O ataque mais massivo em termos de número de armas de ataque aéreo no território da Ucrânia desde o início da invasão em escala total em 2022”. Foi assim que Yuriy Ihnat, porta-voz da Força Aérea da Ucrânia, definiu o mais recente ataque da Rússia contra a Ucrânia, deflagrado na madrugada deste domingo (25).
Iniciada há mais de três anos, esta é a segunda segunda noite consecutiva de ataques intensos com drones e mísseis balísticos à capital, Kiev — que foi mais uma vez o foco da ofensiva, que deixou ao menos 12 mortos, incluindo 3 crianças, e dezenas de feridos. Segundo as autoridades ucranianas, foram usados 298 drones e 69 mísseis.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenski, disse que os mísseis e drones russos atingiram mais de 30 cidades e vilarejos em todo o país, e pediu aos parceiros ocidentais que aumentem as sanções contra a Rússia, em especial os Estados Unidos.
O silêncio dos Estados Unidos e de outros países do mundo apenas encoraja [o presidente russo Vladimir] Putin. Todo ataque terrorista russo é motivo suficiente para novas sanções contra a Rússia. Sem uma pressão realmente forte sobre a liderança russa, essa brutalidade não poderá ser interrompida. As sanções certamente ajudarão”, escreveu Zelenski, no Telegram.
O ataque ocorreu no terceiro dia previsto de trocas de prisioneiros entre a Rússia e a Ucrânia — o único resultado tangível das negociações de paz em Istambul no início do mês. Cada lado libertou 307 militares no sábado, e 390 na sexta-feira, e era esperada mais uma troca neste domingo.
Enquanto isso, o Ministério da Defesa da Rússia disse que suas defesas aéreas abateram 110 drones ucranianos durante a noite. A intensidade dos ataques deste fim de semana contrasta com a afirmação de Donald Trump de que Putin estaria interessado na paz.
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