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Publicado em 24/01/2025, às 10h29 Maurício Viana
O assassinato do presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, ocorrido em 1963, sempre teve em seu entorno mistérios e teorias da conspiração. E agora, o caso será passado a limpo após o presidente Donald Trump assinar uma ordem executiva nesta quinta-feira (23) para retirar o sigilo de todos os documentos do caso. Nas palavras de Trump, "tudo será revelado".
A versão oficial apresentada ao longo dos anos foi a da Comissão Warren, que concluiu que o presidente havia sido morto por Lee Harvey Oswald, que agiu sozinho e disparou os tiros do sexto andar de um depósito de livros escolares. Após isso, Oswald foi morto dois dias depois por Jack Ruby, dono de uma boate que tinha ligações com a máfia e também agiu sozinho.
Além disso, foi também trabalhada a teoria da bala única, que apontava que o presidente foi atingido por um tiro na nuca que saiu por sua garganta e atingiu o governador do Texas, John Connally.
Porém, a versão oficial é contestada desde quando foi publicada, sendo observado pelos analistas dúvidas, omissões e falhas. Incluindo também o fato do médico pessoal do presidente não ter sido ouvido: Ele havia testemunhado o momento da morte e atestou o óbito de Kennedy.
Em meio às incertezas e conspirações do caso, há também especulações de quem poderia estar envolvido no assassinato do presidente. Segundo o portal G1, o levantamento dá conta de nomes como União Soviética e a agência de espionagem KGB, o regime de Fidel Castro em Cuba, a máfia de Chicago, CIA, FBI ou um grupo composto por seus agentes, o vice-presidente Lyndon B. Johnson e Israel.
Além disso, poderão ser investigadas também as mortes do ativista Martin Luther King e do senador Robert F. Kennedy, irmão do ex-presidente assassinado. Martin e Robert foram mortos em 1968.
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