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VÍDEO: Maduro acusa WhatsApp de ameaçar Venezuela e pede boicote

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Presidente venezuelano disse que aplicativo de mensagens é usado por grupos fascistas  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Instagram
Gabriela Araújo

por Gabriela Araújo

gabriela.araujo@bnews.com.br

Publicado em 05/08/2024, às 22h59



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou, nesta segunda-feira (5), que vai “romper relações” com o WhatsApp. De acordo ele, o aplicativo de mensagens é usado por grupos fascistas para ameaçar a Venezuela. Além disso, Maduro também pediu para que os venezuelanos deixassem de usar o aplicativo. 

“Vou romper relações com o WhatsApp, porque o WhatsApp está sendo usado para ameaçar a Venezuela. E depois vou deletar para sempre o meu WhatsApp do meu telefone. Aos poucos vou transferir meus contatos para o Telegram, para o WeChat (…) WhatsApp fora da Venezuela!”, disse Maduro, durante discurso no palácio do governo. 

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“Através do WhatsApp estão ameaçando a família dos militares venezuelanos”, continuou o presidente.  

“E dizemos ao WhatsApp: ‘WhatsApp, vá para o inferno. Pare de ameaçar os venezuelanos. Porque os criminosos o utilizam. Os criminosos têm chips colombianos, chilenos e gringos”, afirmou Maduro, que foi aplaudido pelo público. 

Em uma publicação no X, também nesta segunda-feira (5), Maduro culpou as redes sociais pela violência no país, depois que uma onda de protestos eclodiu a favor e contra o governo do chavista no sábado (3).

“Acuso o TikTok e acuso o Instagram de sua responsabilidade na instalação de ódio, para dividir os venezuelanos, para buscar uma matança e uma divisão da Venezuela. Para trazer o facismo à Venezuela. Golpe de Estado ciberfacista e criminal”, declarou.

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