BNews Nordeste
por Vagner Ferreira
Publicado em 13/07/2025, às 10h38
Um motorista por aplicativo pulou do carro em movimento após ser sequestrado por assaltantes em Recife. De acordo com informações do TV Globo, o caso aconteceu neste sábado (12), na Zona Oeste da cidade.
O homem foi identificado por Francisco Joaquim de Barros, estudante de enfermagem e estava indo para a casa da sogra, em Nazaré da Mata. No caminho, sentiu necessidade de ir ao banheiro, mas por não encontrar um estabelecimento próximo, fez uma parada na BR-232. Neste momento, foi rendido pelos criminosos.
"Na emergência, parei no acostamento, e não tinha ninguém por perto. Parou um carro bem velho perto, e desceu um rapaz de mochila nas costas. Ele fingiu que também ia fazer necessidades e eu fui para o mato. Quando voltei, ele estava na mesma posição e o veículo em que ele estava tinha ido embora. Me apressei para entrar no meu carro e, quando abri a porta, ele me abordou", relatou a vítima, segundo a reportagem, ressaltando que apontaram a arma na cabeça dele e depois o colocaram no banco de trás do veículo.
"Fiquei sentado e ele disse que vinha um comparsa, depois, mandou eu deitar e colocar a camisa na cabeça. O outro chegou muito agressivo, apontando uma arma para a minha cabeça. Um deles ligou para alguém e, ao telefone, disse 'olha, já estou com o carro. Levo para onde?'. Eles perguntaram se o carro tinha seguro e rastreador e mandaram não mentir, porque para onde iam, tinha mecânico e iam descobrir", continuou.
A vítima relatou que começou a perceber que o carro estava reduzindo a velocidade, o que lhe fez tomar coragem para fugir. Ao segurar na maçaneta, pulou do veículo. “Eu senti o pneu traseiro perto da minha cabeça. Aí eu corri desesperado e eles seguiram na BR-408”, contou ao G1, relatando que teve várias feridas pelo corpo.
Depois, Francisco disse que pediu ajuda a algumas pessoas que o orientaram a ir até o quartel da Polícia Militar. Lá, uma policial teria ligado para o 190 e, no telefone, uma atendente a orientou a ir à delegacia. Ainda, contou que os PMs fizeram um curativo em seus ferimentos e seu primo realizou um PIX para um deles, que lhe entregou o dinheiro em espécie e solicitou uma moto para que ela fosse prestar queixa no Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), em Afogados, na Zona Oeste de Recife. O caso é investigado pela corporação.
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