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VÍDEO: Comerciantes apresentam versões sobre o caso de turistas espancados em famoso ponto turístico

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Em vídeo, divulgado nas mídias sociais, comerciantes explicaram suas versões sobre a situação ocorrida na tarde do último sábado (27)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 29/12/2025, às 17h20



Após uma confusão ter acontecido na praia de Porto de Galinhas, localizado no município de Ipojuca, região metropolitana de Recife (PE), na tarde do último sábado (27), os comerciantes que trabalham no local se pronunciaram sobre o caso, em um vídeo veiculado nas redes sociais.

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Segundo os comerciantes, em um vídeo veiculado nesta segunda-feira (29), a confusão foi iniciada após um trabalhador ter sido agredido por um dos turistas, que supostamente se recusou a pagar a conta por sentar em uma barraca. Por conta da agressão, o caso teria desencadeado uma confusão.

Um trabalhador, que não se identificou, contou que não foi um caso de homofobia. No registro, um outro barraqueiro que se chama Eduardo, teria abordado os turistas e explicado às vítimas que o aluguel da estrutura custava R$ 80 e que deveria consumir no local para ficar na barraca. O comerciante alegou que os turistas estavam embriagados no momento.

Após o casal de turistas chegar na barraca, uma outra família desejava ficar em uma barraca localizada na frente do casal. Uma das comerciantes teria alegado que um dos turistas agredidos teria pulado da cadeira dele e dito que ninguém ficaria na frente deles.

Após o desentendimento, um dos barraqueiros teria chegado ao casal de turistas para cobrar o serviço. Mas, os profissionais relataram que um dos homens do casal teria dito que não pagaria nada, pois a praia seria um local público e supostamente aplicado um golpe ‘mata-leão’ contra um dos barraqueiros.

O trabalhador que explicou o caso, rebateu a acusação sobre 30 homens que teriam partido para cima dos turistas e disse que foram em torno de 4 a 5 pessoas para tentar agredir o turista. Os trabalhadores ainda ressaltaram que não cometeram nenhuma agressão de cunho homofóbico.

Confira o vídeo das versões dos profissionais que trabalhavam no Porto de Galinhas:

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