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Rinotraqueíte felina: Doença respiratória muito comum em gatos exige tratamento imediato

[Rinotraqueíte felina: Doença respiratória muito comum em gatos exige tratamento imediato]
10 de Maio de 2021 às 11:08 Por: Shutterstock Por: Adelia Felix

Mesmo vivendo dentro do conforto e segurança do nosso lar, os gatinhos não estão imunes a algumas doenças. Uma delas é a rinotraqueíte felina, cujos sintomas são semelhantes aos da gripe humana. Ela traz muito incômodo aos felinos e necessita de atendimento imediato. 

Segundo o médico-veterinário Wanderlon Camões Nunes, a doença acomete os gatos domésticos e felídeos selvagens. A contaminação ocorre pelo contato de um animal doente com um saudável, através de fluídos como saliva, corrimento nasal ou ocular. Em alguns quadros, a rinotraqueíte atinge a região ocular do gato, manifestanto uma sujeirinha nos olhos ou um caso de conjuntivite. 

Situações de estresse, como cirurgia, doenças concomitantes, hospedagem e internação em clínicas, são suficientes para ocorrer a replicação do vírus. Um gato doente pode ser transmissor do vírus por um período de três a quatro semanas.

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De acordo com o especialista, os principais sintomas da doença frequente em animais jovens e não vacinados são febre, espirros, secreção nasal, conjuntivite, salivação, aftas na boca, língua e lábios que causam muita dor e impedem o gato de se alimentar. “Deve ser levado ao atendimento o mais rápido possível, porque o médico veterinário saberá como identificar o agente causador e entrará com a terapia cabível”, explica Camões. 

Detectar os sintomas pode ser difícil, principalmente, a febre. Mas, se o tutor observar a carinha de doente e rosto inchado, é hora de levar ao médico-veterinário. Na maioria dos casos, segundo o especialista, o tratamento é feito com “antibiótico, fluidoterapia [procedimento em que é feita a administração de fluidos pelas vias oral, intravenosa e subcutânea] e suplementos vitamínicos”.

Segundo Camões, a prevenção é feita através da vacinação. “Pode ser iniciada a partir da oitava semana de vida. Essa dose deve ser repetida após 3 a 4 semanas. O animal deve receber reforço anualmente”, destaca. Ou seja, adotando todos os cuidados corretamente, o gatinho tem enorme chance de se recuperar e até evitar a semana. 
 

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