Polícia

Caso Genivaldo: Ex-policiais envolvidos na morte de homem durante abordagem são condenados

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Genivaldo dos Santos foi morto asfixiado no porta-malas de uma viatura da PRF  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 07/12/2024, às 08h01 - Atualizado às 08h02   Yuri Pastori



Os ex-policiais rodoviários federais William Noia, Kleber Freitas e Paulo Rodolpho foram condenados, nas primeiras horas deste sábado (7), por abordagem que matou Genivaldo Santos, de 38 anos, em Umbaúba (SE),  em maio de 2022. Eles vão pegar de 23 a 28 anos de prisão. A decisão ainda cabe recurso.

Genivaldo, que era dignosticado com esquizofrenia, morreu asfixiado após ter sido trancado no porta-malas de uma viatura da PRF e ser submetido à inalação de gás lacrimogêneo. Ele foi abordado pela polícia por estar pilotando uma motocicleta sem capacete. O caso teve repercussão mundial. Os ex-policiais estão presos desde 14 de outubro de 2022. Em agosto de 2023, eles foram demitidos da PRF após uma determinação do ministro da Justiça.

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Segundo o portal G1, William Noia, que abordou Genivaldo desde o início da ocorrência e segurou a porta da viatura após a bomba de gás lacrimogêneo ter sido jogada no porta-malas, recebeu pena de 23 anos, um mês e 9 dias; Kleber Freitas, que fez, por cinco vezes, uso de spray de pimenta contra Genivaldo, recebeu pena de 23 anos, um mês e 9 dias e Paulo Rodolpho, que chegou após a abordagem já iniciada, jogou a bomba e segurou a porta, recebeu pena de 28 anos.

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