Polícia
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 27/03/2026, às 16h17
A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo abriu processo para expulsão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, preso no Presídio Militar Romão Gomes. Ele é investigado por feminicídio e fraude processual.
Réu na Justiça Militar e na Justiça Comum, o oficial é apontado como principal suspeito de matar a esposa, a policial Gisele Alves Santana, no apartamento onde o casal vivia, no Brás, região central de São Paulo. O crime ocorreu em 18 de fevereiro.
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A abertura do processo foi confirmada pelo secretário da Segurança Pública, Nico Gonçalves, e pelo secretário executivo da pasta, Henguel Ricardo Pereira.
Caso a expulsão seja confirmada, Geraldo Neto perderá o posto, a patente e o salário bruto de cerca de R$ 29 mil que recebe como tenente-coronel.
A Secretaria da Segurança Pública informou que o militar permanece preso preventivamente por decisão judicial e que o Inquérito Policial Militar está em fase final. Após a conclusão, o caso será analisado pelo Comando-Geral, que poderá instaurar um Conselho de Justificação, procedimento administrativo que pode resultar no desligamento definitivo do oficial da corporação.
Inicialmente tratado como suicídio, o caso passou a ser investigado como morte suspeita após familiares relatarem que a vítima vivia uma relação marcada por controle e ciúmes.
Segundo a polícia, a versão apresentada por Geraldo Neto não se sustenta. A investigação aponta que Gisele foi vítima de feminicídio, com base em indícios técnicos reunidos pela perícia ao longo da apuração.
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