Polícia
As delegadas Márcia Pereira, diretora do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), e Larissa Laje, titular da Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor), fizeram um balanço sobre a operação USG, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia.
Elas começaram explicando como se deu a primeira fase da operação. "[A primeira fase] é focada em desarticular uma organização criminosa voltada à falsificação de documentos relacionados à Secretaria de Saúde. A Deccor vem investigando essas pessoas, esses que foram alvos da operação a cerca de oito meses".
"Esse procedimento iniciou através de uma denúncia que relatava a participação de servidores públicos, de médicos e empresas de fachada, envolvendo a Bahia e o estado do Piauí. Hoje a gente cumpriu mandatos de busca e apreensão, apreensões nos dois estados, em dois municípios, onde foram apreendidos documentação, aparelhos eletrônicos, que irão para análise", completou.
As delegadas também definiram as consequências do que foi descoberto na operação. "Foi determinado pela justiça o bloqueio de mais de 12 milhões, que seria o valor inicial apurado com as fraudes que essa organização vinha efetuando tanto aqui no município como também no estado. Além disso, o afastamento e a suspensão de vários contratos que teriam com a paria de saúde desse município"
Outras informações foram passadas na coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (17). Confira:
Classificação Indicativa: Livre
Qualidade Stanley
Limpeza inteligente
Baita desconto
Cupom de lançamento
Imperdível