Polícia
Publicado em 04/02/2025, às 10h59 Dandara Amorim
Um enfermeiro, que atua na Casa de Prisão Provisória (CPP), de Aparecida de Goiânia, está sendo acusado de engravidar uma detenta. Ele, um médico e pelo menos dois policiais penais são suspeitos de manter relações sexuais com as mulheres presas.
A denúncia que os servidores de saúde e policiais estavam mantendo relações sexuais com detentas foi recebida pela Polícia Penal (PP) no início de janeiro. Durante as investigações administrativas, a mulher foi ouvida e disse estar grávida do enfermeiro.
Segundo o G1, a denunciante contou que já foram feitos vários testes de gravidez levados por ele. Quando a mulher denunciou sobre o caso, foi transferida para a Unidade Prisional Regional Feminina de Inhumas.
Em nota, o Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) disse que "está tomando as medidas e providências cabíveis quanto à investigação e apuração das possíveis ilegalidades e irregularidades éticas cometidas".
O enfermeiro era vinculado à Prefeitura de Aparecida de Goiânia para prestar atendimento no presídio. A Secretaria de Saúde do município informou que encerrou o contrato com o suspeito.
O homem foi afastado da CPP e proibido de entrar em qualquer unidade prisional da Polícia Penal por tempo indeterminado – assim como o médico que também é suspeito de envolvimento com as detentas.
Já os dois agentes prisionais foram afastados de suas atividades. Um deles por tempo determindo, seis meses, além de ter tido a identidade funcional e a arma recolhidas. O outro policial foi afastado por 30 dias. Ambos terão os salários mantidos.
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