Polícia

Diretor de presídio preso negocia R$ 30 mil em entrada de celulares para facções; entenda

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O diretor agia facilitando o acesso dos presos a celulares e colocando em risco a segurança da unidade prisional  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa/Pixabay
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 02/11/2024, às 12h31



Um policial penal preso após suspeita de fornecer aparelhos celulares para presos integrantes de facções era diretor da Unidade Prisional em Itaitinga 2. O caso foi registrado pela Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará. As informações são da Revista Ceará.

O agente Ramony Emanuel também já havia sido chefe de equipe da Unidade Prisional de Segurança Máxima do Estado do Ceará. A investigação que resultou na prisão do policial revelou um esquema de contrabando de celulares para dentro da unidade prisional. Os aparelhos eram utilizados pelos detentos para se comunicarem com o mundo exterior, o que representa uma grave violação das normas de segurança do presídio. O policial negociava a R$ 30 mil em entrada de aparelhos, cada.

O ex-diretor agia de forma criminosa, facilitando o acesso dos presos a celulares e colocando em risco a segurança da unidade prisional. O fornecimento de celulares para detentos representa não apenas uma quebra das regras internas, mas também um perigo em potencial, já que os presos podem utilizar os aparelhos para cometer crimes mesmo estando atrás das grades.

No desenrolar do escândalo, as autoridades prometeram uma investigação mais detalhada para identificar outros envolvidos no esquema de contrabando de celulares.

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