Polícia

Dublê de rico de Águas Claras deu golpe financeiro de mais de R$ 3 milhões e acaba preso

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Golpes financeiros envolviam laranjas, organização criminosa e o dublê de rico foi preso na quinta-feira (30)  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 31/10/2025, às 17h23 - Atualizado às 18h26



O empresário Fabrício Reis, conhecido como “Dublê de Rico”, de 34 anos, foi preso pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (30), em Águas Claras (RN), por integrar uma organização criminosa especializada no golpe da falsa compra.

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A ação foi conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PC-RN), com apoio da Divisão de Análise de Crimes Virtuais (DCV/CORF), em que cumpriram um mandado de prisão preventiva contra Fabrício Reis. Ao todo, foram apreendidos mais de 25 veículos, em que o valor ultrapassa R$ 4 milhões.

O empresário tem um pouco mais de 25 mil seguidores e é conhecido como “dublê de rico” por conta de se exibir em uma vida de luxo, com viagens internacionais. De acordo com o Portal Metrópoles, Reis era um dos principais integrantes de uma organização criminosa que atuava aplicando golpes bancários que causaram prejuízos milionários a instituições financeiras no Brasil.

Um veículo foi apreendido durante a operação. Ele costumava expor fotos e vídeos nas redes sociais, com carros de luxo, roupas de grife e rotina de alto padrão em locais paradisíacos. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou que o empresário comprou um carro da marca BMW, zero quilômetro, com o dinheiro proveniente das fraudes.

A organização criminosa utilizava maquinetas de cartão e contas de empresas de fachada para fazer compras simuladas. A operação ainda realizou o bloqueio judicial de mais de R$ 3 milhões em contas ligadas aos investigados, que usavam nomes para ações ilícitas. As atividades aconteceram em São Paulo, Distrito Federal, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A polícia considera Fabrício Reis como o cabeça da organização. A corporação ainda segue analisando documentos e movimentações financeiras para identificar se existem outros envolvidos.

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