Polícia
Publicado em 12/08/2024, às 10h42 Dandara Amorim e Silvânia Nascimento
Presente na Câmara Municipal de Santo Antônio de Jesus, cidade onde o corpo de Patrícia Neves Jackes é velado, a delegada-geral da Polícia Civil, Heloísa Brito, lamentou a tragédia e garantiu que a instituição segue empenhada em elucidar o crime.
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Emocionada, Heloísa destacou a mobilização das polícias Civil e Técnica para que todos os suspeitos envolvidos na morte de Patríciam sejam identificados e punidos legalmente o quanto antes. "Os colegas que estavam e estão formalizando [o delito] estão fazendo um trabalho belíssimo. Isso é a nossa missão, é isso que a gente faz, é isso que a gente decidiu construir. Nós temos a consciência de que nós fizemos aquilo que precisava ser feito, mas a dor da perda, ela continua em nossos corações", pontuou Heloísa.
Patrícia foi encontrada morta na madrugada deste domingo (11), dentro de um carro, na cidade de São Sebastião do Passé, Região Metropolitana de Salvador (RMS). Até então, as investigações da Polícia Civil apontam o companheiro da delegada como o principal suspeito. O homem, identificado como Tancredo Neves Feliciano de Arruda, foi preso na manhã de domingo, por feminicídio.
Ainda no velório, a delegada-geral chamou atenção para o número de femicídios e pediu apoio e atenção da população para os casos de feminicídio . "Que a morte de Patrícia sirva como um alerta de que a gente precisa dançar mais, a gente precisa fazer mais. A gente está fazendo pouco. Como ela, 50 mulheres foram mortas esse ano. Foram 50 mães que nós perdemos. A gente precisa ser um elemento modificador. Enquanto cada um de nós não assumirmos esse compromisso de ser um defensor na luta contra a defesa das mulheres, de ser um modificador, infelizmente, nós iremos enterrar outras mães, outras mulheres", disse Heloísa Brito.
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