Polícia

Enterro de Léo Lanches, morto em ação da PM, é marcado por pedido de justiça, comoção e multidão; assista

Paulo Magalhães
Enterro ocorreu na manhã deste sábado (25) em Salvador  |   Bnews - Divulgação Paulo Magalhães
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 25/07/2026, às 11h59 - Atualizado às 12h08



Um dia após realizarem diferentes atos de manifestações com pedidos de justiça pela morte de Leonardo Gil Lima, familiares, amigos e vizinhos se despediram, na manhã deste sábado (25), de Léo Lanches, como era carinhosamente conhecido.

O enterro da vítima, morta durante uma ação da Polícia Militar, no bairro de São Cristóvão, na noite de quinta-feira (23), em Salvador, ocorreu no Cemitério Bosque da Paz. O BNews acompanhou o sepultamento e, por lá, os pedidos por justiça continuam sendo feitos.

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Quem era Leo Lanche

Leonardo Gil Lima era conhecido na comunidade pelo trabalho como vendedor de alimentos. Segundo familiares, Léo iniciou a atividade comercial vendendo lanches em uma bicicleta, posteriormente passou a utilizar uma motocicleta e, mais recentemente, inaugurou o próprio estabelecimento, chamado Leo Lanches.

Irmã de Leo contesta versão da PM

Tatiana Gil Lima, irmã de Leonardo Gil Lima, contesta a versão apresentada pela Polícia Militar sobre a morte ter ocorrido durante um suposto confronto. Em entrevista ao programa Giro Baiana, da Baiana FM (89,3), transmitido pela BNews TV nesta sexta-feira (24), ela relatou que teria presenciado parte da ação e disse que dois policiais militares estavam envolvidos.

Segundo populares, a autora dos disparos foi uma policial identificada apenas como Marta.“Eles não desceram da viatura, eles pararam no meu irmão, viram ele vindo do meu irmão. Fato, certo? O que aconteceu quando o meu irmão entrou? Meu irmão já tava falando com amigo aqui, com a chave, a cozinha aqui do trabalho dele. Certo? Ele [policial] chegou e aponta para o meu irmão, chama meu irmão, chamou ‘Boa noite, senhor’. Quer dizer, ele aproximou do meu irmão. Meu irmão ‘Sim’. Ele chegou, deu um tiro à queima-roupa no meu irmão. Eu estava na minha casa, eu ouvi tudo”, relatou.

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