Polícia
por Victoria Valentina
Publicado em 03/05/2026, às 21h24
A morte de Brenno Caldas Teixeira, de 24 anos, segue mobilizando familiares e amigos, que cobram justiça quase um ano após o crime ocorrido na zona rural da cidade de Rio de Contas, no interior da Bahia. Segundo informações da Polícia Civil, o jovem foi atraído para uma emboscada e assassinado a tiros durante uma cavalgada em julho de 2025.
Brenno era filho do empresário baiano Adevaldo Teixeira, sócio de mais de 30 restaurantes em bairros nobres de São Paulo, como Itaim Bibi, Vila Olímpia e Jardins.
As investigações apontam que o crime foi motivado por um desentendimento envolvendo dois ex-sócios de Adevaldo: Marlúcio Silva Abreu e Jardel Paixão Santos.
No dia do crime, durante uma cavalgada, Brenno teria tentado apaziguar um desentendimento entre o pai e os ex-sócios. Testemunhas relataram que ele não se envolveu diretamente em nenhuma confusão, mas foi convencido a ir até a casa de um dos suspeitos, onde foi morto.
No local, Marlúcio teria efetuado ao menos oito disparos contra a vítima, que ainda tentou correr para pedir socorro, mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi pereso.
Já Jardel é apontado como possível mandante do crime e segue sendo investigado. A defesa dos envolvidos nega as acusações e afirma que irá apresentar provas ao longo do processo.
O julgamento do caso está marcado para o dia 13 de maio, na cidade de Livramento de Nossa Senhora, na Bahia. A família pede para que o caso vá a júri popular.
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