Polícia

“Lesões são consideráveis”, diz advogado de professora atacada por zelador no bairro do Rio Vermelho

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Advogado revela que professora está em coma induzido após agressão brutal por zelador no condomínio Morro das Pedras  |   Bnews - Divulgação Bnews
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 29/08/2025, às 13h05 - Atualizado às 13h11



O advogado Thiago Freire, que acompanha a professora, de 47 anos, agredida pelo zelador do condomínio Morro das Pedras, no Rio Vermelho, em Salvador, atualizou em entrevista exclusiva ao BNEWS sobre o estado de saúde da vítima na manhã desta sexta-feira (29).

Segundo a defesa, a professora está em coma induzido pelos médicos para preservar as funções cerebrais da vítima. Zezinho também destacou que a professora sofreu múltiplas lesões, e que não há previsão reversão do quadro clínico dela.

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À reportagem, o advogado também comentou sobre a suposta violência sexual sofrida pela professora. Segundo ele, as testemunhas já foram ouvidas e as perícias para elucidação do caso já foram realizadas. Ele acredita que, assim que os laudos retornarem do Departamento de Polícia Técnica (DPT), a delegada irá concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Judiciário.

Entenda o caso 

Nesta semana, o zelador Oswaldo Conceição Santos, de 41 anos, é suspeito de incendiar um prédio e agredir uma moradora no condomínio Morro das Pedras, no Rio Vermelho. 

Na manhã desta sexta-feira (29), o suspeito passou por audiência de custódia. O homem estava internado sob custódia desde quarta-feira (27), após ter pulado do hall do prédio, onde provocou um incêndio. Durante a audiência, ele foi visto mancando.

Segundo a Polícia Civil, Oswaldo é suspeito de espancar uma professora, de 47 anos, dentro do apartamento dela, antes de atear fogo no elevador do condomínio. A vítima, que é carioca e morava sozinha em Salvador, foi encontrada inconsciente, sem roupas e com sinais de violência. 

Câmeras de segurança flagraram o momento em que o zelador chega ao prédio com um galão de combustível e entra no elevador. Minutos depois, as imagens registram as labaredas se espalhando pelos corredores. Antes do ocorrido, a vítima já havia relatado as importunações que sofria por parte do funcionário do prédio.

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