Polícia

Macabro: Jovem dá 21 golpes de facão na mãe, atira no pai e obriga irmã menor a executá-lo

Crime Chocante em Alenquer: Filho Mata Mãe e Ataca Pai - Reprodução/ Montagem redes sociais
Um jovem de 19 anos cometeu um crime brutal, matando a mãe e ferindo o pai, enquanto a irmã foi forçada a atirar contra ele.  |   Bnews - Divulgação Crime Chocante em Alenquer: Filho Mata Mãe e Ataca Pai - Reprodução/ Montagem redes sociais
Samuel de Jesus

por Samuel de Jesus

Publicado em 24/10/2026, às 09h18



Uma tragédia familiar terminou com duas mortes e um homem ferido, na noite de quinta-feira (22), na zona rural de Alenquer, no oeste do Pará. Segundo a Polícia Civil, um jovem de 19 anos matou a própria mãe, atirou contra o pai e, em seguida, obrigou a irmã, de 12 anos, a atirar contra ele sob ameaça de morte.

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O crime aconteceu na comunidade de Patuazal, na região do Mamiá, em uma área de difícil acesso, localizada a aproximadamente 110 quilômetros da sede do município. O suspeito foi identificado como Max William da Silva Fagundes.

De acordo com informações da Polícia Militar, o rapaz teria atacado a mãe, Eide Dalila Silva, com cerca de 21 golpes de facão após um surto. Conforme o portal G1, o jovem foi apontado pela vizinhança como usuário de drogas.

Após matar a sua genitora, utilizou uma espingarda para atingir o pai, identificado apenas como André, na região da clavícula. Max teria ainda ameaçado a irmã mais nova e exigido que ela atirasse contra ele. Segundo o delegado Jonivaldo Carneiro, a menina obedeceu depois de ser coagida e ameaçada, e o rapaz morreu no local.

Diante da coação, a criança atirou e o jovem morreu no local", explicou delegado.

Mãe morreu durante o socorro

Eide Dalila chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos durante o deslocamento para o hospital. O pai do jovem foi encaminhado ao Hospital Santo Antônio, em Alenquer, e continua internado.

Polícia investiga o caso

A Polícia Civil instaurou um inquérito para esclarecer a motivação dos ataques e as circunstâncias do ocorrido. Testemunhas devem ser ouvidas, e perícias foram solicitadas para auxiliar na investigação do crime.

O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar a menina de 12 anos e garantir assistência psicológica após a cena traumática pela qual ela passou. As circunstâncias da tragédia seguem sob investigação.

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