Polícia
O jornal britânico The Sun publicou neste domingo (16) uma reportagem classificando a Polícia Militar de São Paulo como a “mais perigosa do mundo”. O texto menciona um “aumento alarmante de assassinatos” cometidos por policiais e cita casos de suspeitos jogados de pontes e execuções nas ruas.
A publicação relaciona a alta na letalidade policial ao governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontando que sua gestão intensificou a violência policial e se opôs ao uso de câmeras corporais. O secretário de Segurança, Guilherme Derrite, ex-integrante da ROTA, também foi mencionado por seu histórico de mortes em operações.
Entre os casos citados está o assassinato de Gabriel Renan da Silva Soares, sobrinho do rapper Eduardo Taddeo, e o jovem arremessado de uma ponte por PMs, cujo vídeo viralizou. O jornal destaca que, entre janeiro e setembro de 2024, a polícia paulista matou 496 pessoas, enquanto Londres registrou apenas uma morte policial no mesmo período.
No cenário global, a polícia brasileira é a mais letal entre os países do G20, matando quase três vezes mais do que as forças de segurança de 15 nações do grupo somadas.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo respondeu às acusações afirmando que investe na formação de agentes, no uso de equipamentos menos letais e na investigação de abusos. Desde 2023, 465 policiais foram presos e 335 expulsos. A pasta reforçou que os confrontos são uma reação ao crime e que todas as mortes são rigorosamente apuradas.
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