Polícia
Publicado em 13/06/2024, às 18h15 - Atualizado às 18h16 Sanny Santana e Victória Valentina
Sem mostrar o rosto e acompanhado de um advogado, o policial militar flagrado por uma câmera de segurança espancando e apontado a arma para o rosto de um homem na última semana, deixou a 16ª Delegacia Territorial (DT) da Pituba, após depor sobre o caso, nesta quinta-feira (13).
O policial não conversou com a impresa, mas o advogado do mesmo garantiu que ele dará sua versão publicamente em outro momento.
A delegada que acompanha o caso, Marita Souza, revelou que, em depoimento, o policial alegou que foi provocado e ameaçado de morte pela vítima das agressões. Além disso, disse que teria se aproximado do homem para confirmar que ele não estava armado, e que em nenhum momento "pensou em utilizar a arma contra essa pessoa ou machucar de forma que tirasse a vida dela".
Ainda em depoimento, o policial disse que sempre frequenta o bar onde tudo aconteceu, que não conhecia a vítima e que nunca teve problema de agressividade no trabalho. "Ele disse que teria sido provocado naquela situação e que o vídeo que viralizou não demonstra toda situação", explicou a delegada.
Em conversa com jornalistas, Marita Souza contou que a principal motivação teria sido um vídeo sobre a morte dos integrantes da banda Mamonas Assassinas. A vítima das agressões não teria reagido muito bem ao conteúdo e, a partir daí, tudo começou.
A delegada garantiu que, inicialmente, o cabo da PM vai responder por lesão corporal e ameaça.
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