Polícia
por Vagner Ferreira
Publicado em 06/06/2025, às 07h40 - Atualizado às 09h27
A Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) passou a testar um novo procedimento de atuação envolvendo pessoas que possuem mandado policial. A iniciativa teve início nesta semana, através de uma operação esquematizada. As pessoas enquadradas nessas situação não serão mais encaminhadas para delegacias da Polícia Civil, como era feito. O projeto-piloto vai acontecer por cerca de 15 dias e será realizado nas áreas da 1ª Delegacia Seccional e do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 1 (CPA/M-1).
De acordo com informações do portal Folha de S. Paulo, a Polícia Civil não vai ser mais a corporação responsável pelo registro formal da prisão e nem pelo direcionamento do detido ao Instituto Médico Legal (IML). O trabalho vai ficar por conta da Polícia Militar, que vai enviar as informações de forma automática.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) comunicou que o detido ficará em uma unidade prisional aguardando pela audiência de custódia e qualquer deslocamento ficará ao encargo da Polícia Penal. Casos de prisão temporária e de ocorrências no momento da prisão serão mantidos com encaminhamento à delegacia.
"A audiência de custódia seguirá ocorrendo em até 24 horas, sendo o transporte realizado pela Polícia Penal. Com essa mudança, os policiais militares retornam mais rapidamente às ruas e os civis podem se dedicar integralmente às investigações e as outras atividades de polícia judiciária", explicou a Secretaria, em nota, segundo a reportagem. "O principal objetivo é agilizar procedimentos, otimizar recursos e reforçar a integração entre as forças policiais", arrematou.
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