Polícia

Presidente de escola de samba é preso em megaoperação contra o jogo do bicho

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Presidente da Mocidade é preso em operação do MP-RJ  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ TV Globo
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 03/10/2025, às 11h00 - Atualizado às 11h33



Uma operação deflagrada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) prendeu, nesta sexta-feira (3), o presidente da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, Flávio da Silva Santos, conhecido como Pepé ou Flávio da Mocidade. A ação ocorreu na capital fluminense.

Além dele, também foi alvo da operação o bicheiro Rogério Andrade, que já estava preso. Flávio havia passado um ano encarcerado e, em novembro, foi transferido para o Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

De acordo com a denúncia do MP-RJ, Flávio e Rogério chefiavam uma organização criminosa ligada ao jogo do bicho e a outros tipos de apostas ilegais.

Mandados de busca também foram cumpridos contra Vinicius Drumond, apontado como aliado, e na quadra da Imperatriz Leopoldinense, todos autorizados pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital.

O MP ainda pediu que Rogério permaneça em penitenciária federal e que Flávio cumpra pena em regime de segurança máxima.

O  (MP-RJ) prendeu o presidente da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, Flávio da Silva Santos, conhecido como Pepé ou Flávio da Mocidade. A prisão ocorreu nesta sexta-feira (3) na capital fluminense.

Além de Flávio, outro alvo da operação foi o bicheiro Rogério Andrade, que já estava encarcerado. Flávio havia ficado preso por um ano e foi transferido em novembro para o Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

O MP-RJ denunciou Flávio e Rogério por chefiar uma organização criminosa ligada a jogos de azar. Mandados de busca também foram cumpridos contra Vinicius Drumond, apontado como aliado, e contra a quadra da Imperatriz Leopoldinense, todos autorizados pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital.

O Ministério Público solicitou que Rogério permanecesse em penitenciária federal e que Flávio cumprisse prisão em regime máximo.

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