Polícia
O proprietário de uma farmácia localizada a cidade de Irecê, na Bahia, teve um prejuízo estimado em mais de R$ 2 milhões causado por um grupo criminoso investigado por extorsão, agiotagem e posse ilegal de arma de fogo.
Após investigações, a Polícia Civil identificou membros do bando e prendeu duas pessoas nesta quinta-feira (10), durante a Operação Otiosus. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão domiciliar nas cidades de João Dourado e Várzea Nova.
Também foram apreendidos uma pistola calibre 9mm com dois carregadores, 28 munições do mesmo calibre, cinco munições calibre 38, um cofre, R$ 7.250 em espécie, notas promissórias, dois cheques preenchidos nos valores de R$ 90 mil e R$ 43 mil, recibos de imóveis rurais, aparelhos celulares e um caderno de anotações.
"As investigações começaram após a prisão em flagrante de dois homens, em 24 de junho deste ano, no município de Irecê. A dupla é suspeita de extorquir, ao longo de cerca de três anos, o proprietário de uma farmácia da cidade, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 2 milhões. Os elementos colhidos ao longo das apurações apontaram a atuação de um grupo familiar responsável por conduzir as práticas criminosas de forma sistemática", disse a Polícia Civil.
A operação foi coordenada pelas 14ª, 13ª e 16ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins), com apoio das Coordenações de Apoio Tático e Técnico à Investigação (Catti) das regiões Chapada, Piemonte e Diamantina. As investigações seguem com o objetivo de identificar e responsabilizar outros integrantes do grupo criminoso.
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