Política

2 de Julho: Hilton Coelho comenta vaias ao prefeito Bruno Reis por professores em greve: 'Não apresenta proposta séria'

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Durante os festejos, Coelho fala sobre a importância do 2 de Julho e a insatisfação com a educação em Salvador  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Vídeo - Dandara Amorim

Publicado em 02/07/2025, às 08h49 - Atualizado às 08h51   Dandara Amorim e Yuri Pastori



Durante os festejos do 2 de julho, em Salvador, o deputado estadual Hilton Coelho (Psol) disse que a data comemorativa da consolidação da independência do Brasil na Bahia é uma inspiração para o Brasil.   

Essa história do 2 de Julho inspira todo o Brasil. Não é por outro motivo que o presidente Lula, inclusive, apresentou o projeto no Congresso Nacional para que se torne um feriado nacional. De fato, o que estava em jogo naquele período histórico era a soberania nacional. A ideia dos portugueses era controlando a Bahia, controlar todo o Norte e Nordeste. Então isso é um símbolo de uma política popular que precisa cada vez mais ser feito na Bahia, no Brasil e na cidade de Salvador", afirmou.

O parlamentar comentou sobre a manifestação de professores e professoras durante a chegada do prefeito Bruno Reis (União Brasil) ao cortejo do 2 de julho. O gestor foi vaiado pelos manifestantes. 

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"A gente está vendo aqui a movimentação das professoras em luta pela educação, pela implementação de um piso que é nacional. Portanto, é nesse lugar aqui que as lutas se encontram, como historicamente sempre aconteceu. Vivo o 2 de julho, viva a coragem, a rebeldia, a criatividade do nosso povo", disse.

A cidade está especialmente [insatisfeita] em relação à questão das movimentações das obras, a situação da educação do município de Salvador, ainda hoje, numa greve extremamente extensa, porque a prefeitura não apresenta proposta séria para respeitar a lei. Além disso, tenta destruir o plano de carreira, ou seja, o que nós tínhamos na cidade de Salvador de valorização da educação, pode ir de fato por água a baixo pelo projeto que foi apresentado pelo prefeito", continuou.

"Nós entramos com ação direta de inconstitucionalidade. Vamos tentar no STF agora com a reclamação constitucional fazer com que essa lei seja revogada e que o prefeito, portanto, abra uma negociação séria com as educadoras e educadoras do município para respeitar o piso nacional e a carreira", concluiu.

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