Política

AL-BA: PP tem últimas conversas com oposição e Niltinho se reúne até com Adolfo Menezes

[AL-BA: PP tem últimas conversas com oposição e Niltinho se reúne até com Adolfo Menezes]
07 de Janeiro de 2021 às 18:03 Por: Arquivo BNews Por: Pedro Vilas Boas

O PP do vice-governador João Leão está afinando os últimos detalhes com a bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para garantir os 17 votos a favor da candidatura do deputado Niltinho à presidência da Casa.

Como o BNews noticiou nesta manhã, o cenário mudou e a bancada de oposição, hoje, tende a votar em Niltinho. Dois fatores contaram positivamente para o pepista: o bom trânsito do parlamentar entre os pares e o pouco movimento de Adolfo Meneses (PSD), candidato do governador Rui Costa, na disputa eleitoral.

A reportagem apurou que Niltinho já se reuniu até mesmo com seu oponente na disputa, numa tentativa de apaziguar os ânimos e garantir boa relação nas negociações da AL-BA, caso venha mesmo a ser eleito presidente.

No tabuleiro político, uma das peças que vem se movimentando como principal cabo eleitoral contra Menezes é o atual presidente da AL-BA, Nelson Leal (PP) , que não buscará a reeleição, apesar de ter tentado, por causa da recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que vetou reconduções à presidência da Câmara Federal e Senado. Na semana passada, ele reuniu-se com 12 deputados de oposição para discutir o tema.

Em conversa reservada com o BNews, um parlamentar afirmou que “a eleição estava na mão de Adolfo”, mas hoje á “situação é diferente”. “Adolfo pecou nas relações interpessoais e o PP tem avançado mais”. O deputado disse, ainda, que Adolfo ficou confiante em Rui Costa impor que o acordo fosse cumprido e se movimentou pouco. Em 2018, um acordo selado com as digitais do governador Rui Costa (PT) definiu um rodízio na Casa, sendo Nelson Leal (PP) presidente por dois anos e depois Adolfo Menezes, postulante do PSD à época, que retirou à candidatura. Assim, o segundo biênio da nova legislatura ficaria com o pessedista. No entanto, o acordo não deve ser cumprido e quem quiser presidir a Casa terá que se viabilizar. 

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