Política

Após Michelle expor humilhação, Flávio Bolsonaro reage: "Temos divergências"

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Flávio Bolsonaro afirma que nunca teve a intenção de ofender Michelle e elogia seu trabalho em defesa das mulheres.  |   Bnews - Divulgação Redes sociais/Reprodução | Carlos Moura/Agência Senado
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 25/06/2026, às 15h37 - Atualizado às 15h37



O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais nesta quinta-feira (25) para voltar a pedir desculpas públicas à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) depois da troca de farpas entre eles. 

Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Flávio reforçou o tom da nota divulgada na madrugada desta quinta-feira (25) e disse que “jamais” desrespeitou ou maltratou mulheres, e "jamais o faria com a esposa do meu próprio pai", o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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“Em nenhum momento, eu ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se eu fiz em algum momento, mais uma vez, eu peço desculpas”, disse o senador.

O parlamentar ainda elogiou o trabalho desempenhado por Michelle junto a mulheres e pessoas com deficiência. Flávio reconheceu que a família tem divergências, mas negou atritos.

“A gente também é de carne e osso. A gente erra, acerta, tem divergências, pensa diferente em alguns pontos, concorda em outros. E vida que segue. O importante e que a gente vai superar e vai seguir em frente juntos”, destacou.

O caso 

Na noite da última quarta-feira (24), Michelle divulgou um vídeo em diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio por conta de divergências sobre a formação do palanque no Ceará para as eleições deste ano.

“[Flávio] Foi muito ríspido, me desrespeitou e me tratou mal ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, respondi que tudo bem”, declarou.

Após a repercussão, Michelle recuou e negou qualquer “briga” ou “competição”. Ela destacou ainda que os dois vão “trabalhar juntos para derrotar” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

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