Política

Após TSE barrar candidatura, Deltan Dallagnol fala em "perseguição política"

Lula Marques/Agência Brasil
Candidato ao Senado pelo Paraná, Deltan Dallagnol se manifesta sobre a suspensão de sua campanha e bloqueio de verbas  |   Bnews - Divulgação Lula Marques/Agência Brasil
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 20/09/2026, às 10h45 - Atualizado às 10h46



O candidato ao Senado pelo Paraná, Deltan Dallagnol (Novo), se manifestou sobre a decisão liminar do ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a suspensão imediata de seus atos de campanha e o bloqueio de verbas públicas eleitorais.

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O ex-procurador da Lava Jato afirmou, em nota e em suas redes sociais, que sua candidatura é "100% legal" e que foi devidamente deferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).

Segundo Deltan, a medida monocrática é uma "afronta aos eleitores do Paraná" e um ato de "perseguição política". A defesa do ex-deputado disse que apresentará recurso no TSE contra a decisão.

O pedido liminar das coligações adversárias, Paraná Para Todos e Federação Brasil da Esperança, questiona a exoneração de ex-coordenador da operação Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) enquanto respondia a procedimentos no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

O candidato ao Governo do Paraná, Sérgio Moro, criticou publicamente a decisão do TSE contra Deltan Dallagnol e afirmou, nas redes sociais, que a liberdade política é a regra. Ele classificou a liminar como inaceitável. O ex-juiz também criticou a atuação do PT, partido responsável por mover a ação no TSE.

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