Política
por Antonio Dilson Neto e Yuri Pastori
Publicado em 03/05/2026, às 13h03
O escritor e pré-candidato à Presidência da República, Augusto Cury, cumpriu agenda em Salvador com uma visita à Fundação Dr. Jesus, coordenada pelo deputado Pastor Isidório (Avante).
Em entrevista ao BNews, o autor abriu o jogo sobre as motivações de sua entrada na disputa eleitoral e criticou severamente o atual cenário de polarização entre os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro, definindo o ambiente político como "tóxico".
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Cury ressaltou que não pretende seguir carreira na área e que sua participação é uma tentativa de conter o que chama de "radicalização insana" que está colapsando o país.
"Eu não sou alguém que ama a política, ao contrário. A política é muito tóxica. Eu descobri que não é um ambiente onde há uma fonte de solidariedade, de generosidade e de apoios", declarou o escritor. Ele criticou a forma como líderes são idolatrados no Brasil, comparando o comportamento de certos grupos a uma seita.
"Quando você idolatra alguém, você suspende a capacidade de contribuir com ele, de criticá-lo, de levá-lo a reconhecer seus erros. Só deve uma pessoa ser amada e adorada que é o autor da existência, Deus", afirmou.
Sobre sua plataforma de governo, Augusto Cury definiu que sua "mente é capitalista", com foco na liberdade de expressão, no empreendedorismo e na preservação da família, enquanto o seu "coração é social".
Cury encerrou a entrevista garantindo que sua campanha será pautada por projetos e não por agressões. "Chegou a hora de nós nos desarmarmos. Chegou a hora de nós pensarmos em 100% projetos e 0% de ataques pessoais. Pelo menos esse é o meu sonho", concluiu.
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