Publicado em 27/05/2025, às 11h14 - Atualizado às 11h18 Daniel Serrano e Yuri Pastori
O prefeito Bruno Reis (União Brasil) defendeu a abertura de investigação da confusão ocorrida na Câmara de Vereadores durante a votação do projeto de reajuste para os servidores municipais, na última quinta-feira (22). A Polícia Militar (PM) chegou a ser chamada para conter a invasão no local.
"Com certeza que quem cometeu crime seja penalizado e sofra as consequências da lei. Então, o que aconteceu aqui na última quinta-feira é injustificável e inrazoável. A gente não estava aqui tirando direito, garantia, conquista de ninguém. Estava aqui para aprovar um reajuste dentro de um trâmite legal, dentro de um processo onde se tenta um acordo. Não tem acordo, se encaminha para que prevaleça a vontade da maioria e a maioria é impedida", afirmou.
O vereador impedido de exercer o seu mandato de realizar uma sessão. É isso? Está correto isso? Aí você é motivado pelo executivo, para Poder Executivo é mandar lei no limite. O limite era agora o final do mês encaminhar, tentamos até o acordo, não foi possível, encaminhei e aí se debate na Câmara, foi dado vistas, foi apresentado emenda, as emendas foram acatadas, as emendas foram rejeitadas dentro do devido processo legal. Agora o que aconteceu? Algo inadmissível, né? Injustificável e razoável. Crimes que foram realizados aqui à luz do dia", continuou.
O prefeito questionou que não há justificativa para a confusão e o quebra-quebra. "Aí vocês acham que a confusão, o quebra quebra, o atentado contra a democracia por causa de uma votação de um projeto de reajuste é justificado? O que teve aqui agressão a vereador, vereador sendo mordido, vereador está falando, tomar o microfone, invadir o plenário, depedrar o patrimônio público. É isso que vocês estão defendendo?", indagou.
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